A campanha de marketing foi brilhante. A morte do Superman foi noticiada em jornais e telejornais ao redor do mundo, como se o herói existisse de verdade. O público comprou a ideia, e a edição "Superman Vol. 2 #75", que mostra o herói morto nos braços de Lois Lane, tornou-se um dos quadrinhos mais vendidos da história.

A saga não focou apenas na ação. A fase "Funeral para um Amigo" abordou o impacto da morte do herói na Liga da Justiça, nos cidadãos de Metrópolis e, principalmente, em Lois Lane e nos Kent.

Quando a história “A Morte do Superman” foi publicada, milhões leram atônitos enquanto o Homem de Aço caía diante de um inimigo colossal, Doomsday. A morte do herói foi tratada como um marco: o fim simbólico de uma era de invulnerabilidade, a prova de que até ícones podiam sucumbir. O clímax não ficou confinado às bancas — reverberou em programas de TV, cadeias de notícias, e, para os fãs mais devotos, em trocas de arquivos e scans que cruzavam fronteiras.

Você gostaria que eu detalhasse as diferenças entre os que apareceram após a sua morte?